A Comunidade Presbiteriana Libertas está de malas prontas para sair do hotel Golden Tulip Regente em direção ao seu novo espaço, o antigo Teatro Posto Seis, que fica a 330 metros do hotel onde nos reunimos hoje (na esquina das ruas Francisco Sá e Raul Pompéia) e foi alugado para a Libertas. As obras de adaptação e melhoria já começaram. No próximo domingo, 7/2, às 19h, no hotel Golden Tulip Regente, vamos apresentar, em primeira mão, o Projeto Check-Out, com todos os detalhes, informações e estratégias da nossa mudança para o novo endereço, provavelmente a partir do primeiro domingo de março. Esperamos por você.
No último domingo (31/01), participamos juntos da Santa Ceia, relembrando a morte de Jesus e o seu significado para nós, cristãos. Ouça aqui a reflexão especial sobre as “três palavras que não podemos esquecer” (propiciação, redenção, justificação) e que ilustram a realização da cruz. Você também pode ver, aqui, os slides desta reflexão.
Acompanhe aqui (slides e áudio) a quarta palestra da série “Check-up Geral, revendo a vida para viver melhor”. José, no Antigo Testamento, é um grande exemplo de alguém que viveu o princípio da mordomia em tudo que fazia. Assista ao vídeo de apresentação da série, abaixo, e veja e copie aqui o convite eletrônico, enviando para os seus contatos.
Veja aqui algumas fotos do nosso culto de natal 2009, que aconteceu no último domingo (20/12), com a participação do Coral da Igreja Presbiteriana Luz do Mundo (nossa igreja-mãe) e também do Coral Libertas, que fez sua primeira apresentação.
Confira no vídeo abaixo como foi a distribuição das Caixas da Alegria, na última sexta (18), na APCA (Associação Presbiteriana Cuidando do Amanhã), em Camarista Méier, e no sábado (19), numa comunidade carente da Barrinha, na Barra da Tijuca.
Veja aqui algumas fotos do nosso encontro no último domingo (13/12), com a participação especial do músico, cantor, compositor e pastor Gerson Borges. Ouça aqui também a palavra e uma das músicas que ele compartilhou conosco.
Alguém em meu trabalho fez aniversário e eu escrevi em seu cartão que o amava e que amava seu jeito de ser. Como o cartão não era secreto, alguns companheiros leram e fizeram a piada de sempre. Por que um amigo não pode amar um amigo e tornar pública sua afeição? Que loucura é esta que o que mais importa pra Deus seja ridicularizado? Por que sexualizamos tudo? Por que banalizamos a afetividade? Por que só merece nosso respeito os efetivos, proativos, produtivos?...
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